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Drogas. Papo franco é a melhor proteção.

O recente Levantamento Nacional sobre o Consumo de Drogas Psicotrópicas entre Estudantes revela que 13% dos alunos com idade entre 10 e 12 anos já usaram alguma droga pelo menos uma vez na vida.

Entre os adolescentes de 13 a 15 anos, esse percentual sobe para 23%. A pesquisa revelou ainda que o contato com as drogas não distingue classes sociais.

Mesmo que possam se sentir impotentes, os pais devem se esforçar para construir uma base familiar sólida e evitar o contato dos filhos com as substâncias ilícitas. O mesmo estudo demonstra que a maior proporção de jovens que nunca experimentaram drogas está entre aqueles que têm um bom relacionamento com os pais.

Os pais também devem ficar atentos às drogas lícitas, como anfetamínicos (estimulantes contidos nos remédios para emagrecer), energéticos, que prolongam o efeito do álcool, e solventes, como a acetona e a cola de sapateiro. Além de também provocarem a dependência, elas podem abrir caminho para outras drogas.

O fato de ter experimentado algum tipo de droga não faz do seu filho um dependente, mas é preciso alertá-lo para o fato de que mesmo uma experiência aparentemente inocente pode levar a conseqüências sérias.

As drogas estão relacionadas diretamente aos crimes e a toda espécie de violência praticada pelos traficantes, além de colocarem em risco a saúde e a vida de quem as usa.
Discutindo de forma adequada à idade da criança ou do adolescente, o tema deixa de ser algo misterioso e perde muito de seus atrativos. Assuntos secretos e que não podem ser conversados em público se tornam instigantes para os jovens.

Para obter um panorama completo sobre drogas, conheça o Guia da Família elaborado pela Secretaria Nacional Antidrogas. Ele traz informações bem completas e esclarecedoras sobre o assunto.
Basta clicar no link: http://www.senad.gov.br/publicacoes/publicacoes.html

Veja também as orientações elaboradas pela Polícia Militar de Minas Gerais, que podem ser muito úteis:
http://www.internetpm.mg.gov.br/6bpm/default.asp?secao=no&tudo=s&page=2&id=239

Diga sim à vida. Diga não às drogas.

Não é de hoje que se fala e se alerta sobre todos os males que as drogas podem provocar. Não faltam informações claras e objetivas sobre o assunto na TV, em revistas, na escola, entre amigos ou nos livros. No entanto, o consumo aumenta a cada ano, fazendo mais e mais vítimas.

E as vítimas não são apenas os usuários. Suas famílias e os amigos também sofrem por não poder ajudar, por não conseguir vencer esse inimigo que suga a vida das pessoas até a última gota e destrói sonhos, lares e futuros.

Por que é assim se todo mundo sabe que as drogas podem ser uma viagem sem volta? 
Alguns fatores contribuem para que um jovem tenha mais probabilidade de se viciar. A insegurança, a depressão, a timidez e o desejo de correr riscos podem levar o adolescente a experimentar algum tipo de droga.

E como não se fica viciado logo na primeira vez, existe a ilusão de que nada de mais sério vai acontecer.

Quando o usuário percebe – se perceber –, já está totalmente dominado. Ele se afastou da família e dos amigos, está com a saúde física e mental comprometida, comete atos impróprios e abandonou seus sonhos e esperanças.

Na verdade, as drogas constituem o problema, o mais sério de todos que um jovem possa ter. Por isso, não entre nessa. Busque na vida, nas coisas que fazem você ficar bem, nos amigos, na família e até mesmo nos esportes ou em alguma religião as respostas e o apoio que você precisa.

Usar drogas é jogar a felicidade fora. Pense nisso.
Dica de leitura: 123 perguntas sobre drogas - Dr. Içami Tiba - Editora Scipione



 
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